quarta-feira, dezembro 30, 2009

Emos ¬¬


Encontrar um EMO hoje em dia não é uma tarefa das mais difíceis. Basta ir ao shopping, por exemplo, para ver um monte dessa criançada com seus penteados e roupas peculiares, brincando de um pegar no Badauí do outro, e que parece todos terem saído da mesma máquina de pegar bichinha. Ops! bichinho.

Entretanto, o difícil em questão é por onde começar falar sobre um EMO. Criatura exótica repleta de incógnitas que assiste Rebelde, senta no colo do mecânico da mãe, que não joga bola e chora quando engasga com Nesquik de morango. Dos quais não sabemos sequer se essa viadagem toda aflorou de uma hora para outra, ou se desde o Prézinho já levavam advertência por ficarem pegando no pincel dos coleguinhas.


Contudo o fato é que na época da Britney Spears menina gostava de música de menina, menino gostava de música de menino e viado era viado. Estava tudo sob controle até que o que acontece? Quem surge? Ela, a rebeldia em pessoa, representante do Mal na Terra, suposta filha do Capeta com seu tenebroso All Star de botinha e sua gravata radical: Avril Lavigne.

Então desde o surgimento de Avril Lavigne (versão feminina do Chorão do Charlie Brown Jr. - pois ela também é louca, mas uma louca consciente e os incomodados que se mudem porque ela tá aqui pra incomodar) já tendo conquistado uma esperta legião de fãs, dessa criançada que tira a lente de contato dando tapa na nuca, com o tempo vão surgindo várias bandas seguindo esse estilo sapeca.

Até que mais pra frente aparece o resultado dessa geração Shopping Rock, acostumada a comer só a parte recheada da bolacha, separar no prato o arroz do feijão, tomar sorvete de morango e que cresce vendo tudo que não presta na MTV. Eis que vem à tona o EMOCORE.

EMOCORE conquista rapidamente sua legião de adeptos, um estilo músical como qualquer outro, mas que diferentemente de movimentos de gerações anteriores que tiveram como lema Paz e Amor, Liberdade de Expressão, Sexo, Drogas & Rock N' Roll, os EMOS vieram para defender a viadagem sem causa.

Minha opinião é que cada um devia passar pelo menos 3 meses cagando para aprender para que o cu serve. E ainda me vem o SBT com o programa SUPER NANNY, que equivocadamente ensina os pais a não baterem nos filhos. Mal sabem eles que a violência é o método educacional mais eficiente para a não-formação de adolescentes assim.

Embora transpareça tamanho ódio no texto, minha aversão aos EMOS não é tanta a ponto de eu ver um morrendo de fome e não fazer nada.

Se isso ocorresse, generosamente eu lhe daria um pedaço de pão... mas claro que antes eu passaria o pau na manteiga.

3 comentários:

  1. Eu entendo que não é ódio, é um sentimento natural de um pobre jovem com medo da direção em que esta tomando esse planeta. haha

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